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domingo, 6 de novembro de 2011

Corpos que se abraçam,
Vidas que luta
Uma enrijecida
Outra, jovial
Almas que se querem
E que ardem como fogo
Despidos,
Desfrutam sem pecado
Ah! O frio da madrugada
De dois,
Tornaram-se em um
Com os braços entrelaçados,
Mil beijos são trocados
E pela noite a dentro
O amor foi permitido
Tudo foi esquecido,
Menos
O abraço protegido.
O que estava desiludido
Pelo tempo
Vida nova se tornou
Sob o luar e as estrelas,
adormecidos
Sobre a relva foi vivido
Um sonho,
Uma realidade,
O amor existe,
Mesmo ao frio,
O amor resiste

      Rosa Edna Bulcão