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sexta-feira, 13 de abril de 2012

Estudantes fazem manifestação em favor da Comissão da Verdade | Agência Brasil

Estudantes fazem manifestação em favor da Comissão da Verdade
12/04/2012 - 20h18
Da Agência Brasil
Brasília - Estudantes secundaristas do Distrito Federal realizaram hoje (12), em frente ao Supremo Tribunal Federal, ato em defesa da Comissão da Verdade, criada por lei sancionada em novembro de 2011 para investigar violações de direitos humanos ocorridas entre 1946 e 1988. Munidos de faixas e cartazes, os alunos pediram a abertura dos documentos da ditadura e o fim a anistia os torturadores.
O ato foi organizado pelo movimento Levante Popular da Juventude e pela União de Jovens Secundarista (UJS) e contou com a participação de militantes que lutaram contra a ditadura. A funcionária pública Rosa dos Santos, 53, que disse ter sofrido perseguição durante o regime militar aprovou a manifestação dos estudantes. “Esses jovens simbolizam o renascimento da luta estudantil. Vê-los nessa luta me dá força e ânimo”, disse.
Edição: José Romildo
Eu apoio a Comissão da Verdade
Rosa Edna Bulcão

Comissão da Verdade é revanchismo, diz vice-presidente do Clube Militar do Rio

29/03/2012 - 17h39
Vladimir Platonow
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – A Comissão da Verdade, criada para investigar os crimes cometidos pelo Estado, especialmente após o golpe militar de 1964, foi classificada de revanchista pelo vice-presidente do Clube Militar do Rio de Janeiro, general da reserva Clovis Bandeira.
Ele participou de um debate alusivo ao golpe, na sede do clube, no centro do Rio, que terminou em confronto entre manifestantes de esquerda e policiais militares, do lado de fora do clube.
"Do jeito que está sendo conduzida, ela [a Comissão da Verdade] é simplesmente revanchista", disse Bandeira, que defende a apuração, na comissão, dos crimes cometidos pela guerrilha de esquerda contra militares.
À saída do encontro, os ex-militares foram hostilizados pelos manifestantes, chamados de torturadores e assassinos. A PM utilizou bombas de efeito moral e jatos de gás de pimenta para dispersar a multidão.
Edição: Lana Cristina

Eu apoio a Comissão da Verdade
Rosa Edna Bulcão


Estudantes fazem manifestação em favor da Comissão da Verdade | Agência Brasil


Amorim: punição de militares que criticaram Comissão da Verdade é assunto de comandantes das Forças Armadas

06/03/2012 - 18h32
Gilberto Costa
Repórter da Agência Brasil
Brasília – A punição de militares da reserva que criticaram o governo por causa da Comissão da Verdade está na esfera de decisão dos comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica. “O assunto encontra-se, no momento, na mão dos comandantes das Forças", disse o ministro da Defesa, Celso Amorim.
Segundo ele, é preciso agora aguardar o retorno dos comandantes. "Não há nada a acrescentar sobre isso”, disse Amorim, após participar de audiência pública no Senado sobre o incêndio na Estação Antártica Comandante Ferraz.
Perguntado se considerava as críticas feitas nos clubes militares sobre a forma de composição e o futuro funcionamento da comissão uma afronta, Amorim respondeu que não está  “preocupado com questão de afronta”. “O que é importante é o respeito da autoridade civil, isso é parte da democracia”, e o governo segue a lei, disse o ministro. Para ele, há muita preocupação com a Comissão da Verdade, e a comissão é lei. "Todos nós, brasileiros, militares e civis, temos que respeitar a lei.”
Ele ressaltou que não há motivo para "inquietação em torno de questões que não foram colocadas. "Isso [a Comissão da Verdade] foi objeto de muita  negociação, foi pactuado, e o governo respeitará o que foi pactuado, até porque o que foi pactuado está na lei”.
Amorim salientou que a lei que instituiu a Comissão da Verdade vai ser aplicada na sua integralidade, inclusive na observância, que ela própria estipula, da Lei de Anistia – editada em 1979, perdoando todos crimes políticos e de perseguição por motivos políticos à época da ditadura militar (1964-1985).
O ministro, que é diplomata de carreira, fez questão de exaltar o “profissionalismo” dos militares brasileiros e a participação em várias missões. “Nós respeitamos muito o profissionalismo dos militares. O governo da presidenta Dilma [Rousseff] tem dado demonstrações bem efetivas disso, inclusive recriando condições de trabalho que estavam muito precárias.”
A Comissão da Verdade foi proposta em projeto de lei no governo Lula e foi sancionada, após aprovação do Congresso, pela presidenta Dilma Rousseff. O governo ainda não indicou os nomes que para compor a comissão.
Edição: Nádia Franco
Eu apoio a Comissão da Verdade:
Rosa Edna Bulcão

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